Obrigadooo..

Muito obrigado a todos que por aqui passarem, sintam-se em casa, opinem.

Opnião é o ato mais humano que existe em nós, e é uma pena nunca dar-mos valor a esse tão simples e grandioso ato.

Espero também que leiam.

Ler é o que nos difereciam dos demais, tão iguais a nós e nós a eles.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ontem, mais uma vez pensei
É raro mas acontece de vez em quando
Meus pensamentos parecem conturbados e indefinidos
Mas sao meus pensamentos, e apenas isso.
Ontem, abri a porta de casa com mais segurança,
E isso nao acontece sempre, é que eu moro só
E nao tem graça ser só. Não tem segurança ser só.
Ontem, abri mao de todos os meus problemas,
Perdoei todas minhas dividas
Fiz valer a pena, embora que tenho me arrependido agora, mas valeu.
Ontem fiz tudo que tinha direito
Comi em horas erradas
Xinguei indecencias na rua
Retirei minha mascara
Transei com mulheres e homens ao mesmo tempoç
Fiz valer a pena mesmo.

Acontece que hoje, meio perdido e chateado com o que fiz, acordei,
Envergonhado, cara lavada e lambida
Sem jeito, adereço, atitude, gesto,
Sem moral, sem nada, sem alma
Sem um deus, sem um motivo pra ter medo
Sem xingamentos, sem destroços ao meu lado,
Hoje sou apenas eu,
Nao sozinho, nao com muitos, apenas eu
passando por uma euforia morta, tristeza firme.
Uma atitude feminina.

Hoje nao penso, nao falo, nao ouço.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Jantar...

Amanhã de manhã farei só pra você um jantar,
Com couver e algo mais,
Apenas pra se distrair.

É isso mesmo  pela manhã.
Pra que esperarmos tanto tempo,
Se não temos o dia todo.

Deveria ser o contrário não, pra que jantarmos pela manhã?
É que o tempo já tá passando.

E essa manha de jantar, quaando será que vai passar?
Passou.

terça-feira, 12 de julho de 2011




BILHETE
Se tu me amas,
ama-me baixinho.
Não o grites de cima dos telhados,
deixa em paz os passarinhos.
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho,
amada,
que a vida é breve,
 e o amor mais breve ainda.


Mario Quintana

 

Lua


Que místico
Que espetáculo
Que encenação gratificante.
Ora fossêmos como a lua
Que clareia trevas,
Ora fossêmos como a lua
Que rouba um brilho eterno de um rei,
Ora fossêmos apenas como a lua
Não importando o que ela cativa
O que ela persegue
O que ela realmente diz.

Lua, lua minha
Não me deixe agora
Justo agora que já tá perto do fim
Dessa caminhada tão estressante.

Lua, lua minha, apenas minha
Não me faça voltar tudo de novo
Tenho medo.
Sua
Claridão e a escuridão é exata
Tudo o que preciso agora.

Acho que ja seguir-te bastante,
Tendes de descançar.

CHOVE CHUVA

Chove chuva,
Chove sem parar, e pára apenas quando eu mandar.
Chove chuva,
Continua chovendo que ninguém irá se incomodar
A vida tava seca
E essa água é tão geladinha, serve pra refrescar, molhar.
E se alguém se incomodar darei um jeitinho.
Não se preocupe
Apenas chova que essa agonia vai passar.

Me deparei com atos ilícitos ontem a noite
Eram seis pessoas nuas no meio da rua.
Elas eram normais, não aparentavam transtornos
Viam bem o que estavam fazendo
E elas não se incomodavam com o fato de pessoas além de mim estarem olhando-as.
Vi também uns homens se aproximando
Eram homens comuns, fardados e aparentavam poder.
Eu os vi
Nada me emocionou mais
Todos tiraram as roupas
Eles estavam todos nus
Olhei para o céu e perguntei:
- Meu Deus, será o fim dos tempos?
E então senti uma imensa vontade de também estar nu.

Passa e Fica, 12 de Julho de 2011

MAIS UM SOPRO: PELA VIDA

O soprar da vida nos remete a aperfeiçoar nossos laços sociais e espirituais, uma vez que seja necessário largar tudo o que não nos fazem bem, veja bem, o que não nos fazem bem.
Como largar o que não nos faz bem se muitas vezes são essas coisas que mais nos agradam? Essa é a pergunta que me atormenta sempre.